A Cerimonia da Investidura nos Templos Mórmons

fevereiro 7, 2011 by  
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A cerimonia de investidura realizada nos templos Mórmons (de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias) é objeto de curiosidade de muitos amigos de outras crenças. Na realidade, é um calmo e sagrado ritual repetido muitas vezes diariamente nos Templos Mórmons ao redor do mundo. A cerimonia da investidura é parte apresentada por um filme e outra falada. É sempre a mesma e dura aproximadamente noventa minutos. A maioria dos templos tem varias salas de investidura, que se parece com pequenos auditórios, mas decorados com matizes e padrões celestiais. As sessões de investidura geralmente começam a cada 20 ou 30 minutos. Uma pessoa realiza a cerimonia da investidura para si mesma. E a partir de então, ela realiza a cerimonia em beneficio de um parente já falecido. As ordenanças e convênios realizados podem ser aceitos ou rejeitados pelos mortos. (veja Doutrina e Convênios, Seção 138)

A investidura é um dom. A investidura Mórmon é um dom de paz, poder, e proteção de Deus como recompensa por fazer e guardar convênios. “A investidura é um dom de conhecimento – uma serie de instruções e convênios – que permite aos participantes deixar a Casa do Senhor e andar dia a dia com o Espirito de Deus e um aumento da orientação e força espirituais.”

As instruções dadas durante a cerimonia de investidura Mórmon falam sobre o eterno “Plano de Salvação” de Deus. O plano de salvação é centrado na expiação de Jesus Cristo. A queda de Adão é vista pelos Mórmons como uma parte integrante do plano de Deus. Sim, por causa da queda de Adão, vivemos em um “mundo solitário e triste” onde os homens são carnais e necessitam serem elevados espiritualmente. Muito é dito a respeito da ênfase dada as obras pelos Santos dos Últimos Dias, mas ninguém pode salvar a si mesmo. A graça Divina é essencial, não somente para nos salvar, mas para nos ajudar diariamente. Ao aprender sobre o plano de Deus para nos, podemos ver como progredir e sermos mais semelhantes a Ele.

Progresso é a idéia por trás do Plano de Salvação Divino. Continuamente lutamos para guardar os mandamentos de Deus, começando com uma semente de fé que nos ajuda a ser bondosos e sacrificar os bens materiais para atingir o progresso espiritual. No templo, durante a cerimonia da investidura, os Mórmons fazem uma serie de convênios e participam de ordenanças feitas para guiar-nos ao reino de Deus fazendo a vontade Dele.

Os convênios que os Mórmons fazem durante a cerimonia da investidura não são secretos. Mas são sagrados e os Mórmons não falam sobre eles fora do templo, nem mesmo com outros Mórmons que também já foram ao templo. Esses convênios somente podem ser descritos foram do templo de forma geral, como é feito aqui pelo Elder James E. Talmage:

“As ordenanças da investidura incluem certas obrigações por parte do indivíduo, tal como o convênio e promessa de observar a lei da perfeita virtude e castidade, de ser caridoso, benevolente, tolerante e puro; de devotar tanto os talentos como os meios materiais à propagação da verdade e enaltecimento da raça; de manter dedicação à causa da verdade; e de procurar, por todos os meios, contribuir para a grandiosa preparação, a fim de que a Terra esteja pronta para receber seu Rei—o Senhor Jesus Cristo. Junto com cada convênio e aceitação de cada obrigação, é pronunciada uma promessa de bênção, dependendo da fiel observância das condições.”

“Nenhum jota, til ou titulo dos rituais do templo tem outro proposito a não ser o de elevar e santificar. Em cada detalhe a cerimonia da investidura contribui para os convênios de moralidade na vida, consagração a altos ideais, devoção a verdade…e fidelidade a Deus. (A Casa do Senhor, 2ª ed. São Paulo: A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, 1987, p. 75.)

As Roupas do Templo

Os Mórmons chegam ao templo vestindo roupas dominicais. Uma vez dentro do templo, eles se trocam e vestem roupas brancas, representando pureza perante Deus. Todos são iguais no Templo. É impossível dizer o quanto uma pessoa é pobre ou rica, ou no que a pessoa trabalha. (A ilustração do lado direito é um exemplo de como uma mulher membro da Igreja deve se vestir durante uma cerimonia de investidura).

Depois que a pessoa realizou uma cerimonia de investidura para si mesmo, ela veste um “garment do templo” sob as roupas usadas diariamente. O “garment do templo” é muito parecido com o “garment” simbólico Judaico (o tzitzit). Um tzitzit Judaico é feito para representar os 613 mandamentos da Lei de Moises. O “garment Mórmon” tem pequenos símbolos entrelaçados ao tecido que representam os convênios feitos no templo. Esses símbolos relembram a pessoa que ela tem um compromisso com Deus de viver uma vida honrável e guardar os mandamentos de Cristo.

O mundo tende a tratar o vestuário do templo com escarnio, o que é muito lamentável. Muitas das religiões, se não todas, possuem roupas especiais para ocasiões especiais e a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias não é diferente. Muitos cristãos usam joias representando o crucifixo para lembrá-las do sacrifício que Cristo fez por elas. Usar um colar com uma cruz mostra a crença da pessoa aos outros. O “garment” do templo Mórmon lembra aquele que veste que fez um convenio com Cristo de viver como Ele ordenou. Para um Mórmon guardar os convênios do templo é viver de modo simples, ser bondoso, ajudar os pobres, ser casto e honesto e ser moderado em todas as coisas.

O Templo Mórmon de Buenos Aires Argentina

dezembro 12, 2010 by  
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Muitos de nós que peregrinam pela terra já nos perguntamos: “De onde eu vim? Por que estou aqui? Para onde vou? Qual é a minha relação com Deus? Irá à morte me privar dos relacionamentos importantes da vida? O que será da minha família? Existira outra existência depois dessa, e se sim, nós reconheceremos uns aos outros lá?”

Respostas a essas questões podem ser encontradas nos Templos de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (SUD/Mórmons). Esses Templos são lugares sagrados nos quais estas e outras questões eternas são respondidas. Cada Templo Mórmon é dedicado como uma casa do Senhor, um lugar de paz, um lugar de santidade separado do mundo.
Muito do trabalho que é realizado nos Templos Mórmons são concernentes à família; somos cada um de nós membros da família eterna de Deus e somos membros de uma família eterna. Uma ênfase especial é colocada na santidade e na natureza eterna do convenio do casamento e nas relações familiares. Os casais que vão ao Templo Mórmon e participam de suas bênçãos são unidos não somente pela vida terrena, mas também pela eternidade, se eles continuarem dignos.
Existiram milhões de pessoas que estiveram na terra e não tiveram a oportunidade de ouvir o evangelho.

Através de procuradores vivos, as mesmas ordenanças estão disponíveis para aqueles que faleceram. No mundo espiritual esses indivíduos são livres para aceitar ou rejeitar as ordenanças terrenas que foram realizadas em seu favor, incluindo o batismo, casamento e selamentos. Todos devem ter a oportunidade!

Os missionários Mórmons, Melvin J. Ballard, Rey L. Pratt e Rulon S. Wells chegaram a Buenos Aires, Argentina em 1925 depois de haverem viajado 34 dias por terra e mar. Quando eles chegaram havia somente quatro membros da Igreja Mórmon presentes. No dia de Natal, Elder Ballard dedicou a América do Sul para a pregação do Evangelho de Jesus Cristo.
Os missionários tentaram anunciar as reuniões publicas missionarias no jornal, mas eles se recusaram a imprimir o anuncio. Então, a cada dia, os missionários Mórmons preparavam de duzentos a quinhentos panfletos para serem distribuídos às pessoas nas ruas. Por oito meses os missionários Mórmons andaram nas ruas de Buenos Aires entregando panfletos ansiosos para ensinar ao povo o Evangelho de Jesus Cristo.

Desde aquele tempo o número de membros de a Igreja Mórmon na Argentina tem crescido rapidamente, culminando com a construção do Templo Mórmon de Buenos Aires Argentina. Desde a sua dedicação em 17 de janeiro de 1986, esse templo tem permanecido como um símbolo de tudo aquilo que é belo e sagrado para os membros da Igreja na Argentina.
A despeito de os Santos não serem capazes de contribuir financeiramente para a construção do templo, eles contribuíram de outras maneiras. Um grupo de irmãs costuraram sessenta e quatro roupas, quando o que lhes foi pedido apenas sete.
“Que todos aqueles que entrarem, nesta Tua casa, tenham o privilegio de dizer, como disse o salmista: Conservávamos juntos tranquilamente, e em companhia andávamos na casa de Deus… Nós oramos para que aceite nossa oferta e santifique esta casa que construímos.”

Endereço:
AUTOPISTA RICCHIERI Y PUENTE 13
CIUDAD EVITA
B1778DUA BUENOS AIRES
ARGENTINA
Argentina

Endereço para correspondência:
c/o South America South Area Administration Office
POUCH
Argentina
Phone: (54) 11-4487-1520

O Templo Mórmon de Santiago Chile

dezembro 12, 2010 by  
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Em 1850, os missionários Mórmons chegaram ao Chile vindo dos Estados Unidos para começarem a pregar o evangelho; entretanto sua estada não durou muito, por causa da barreira linguística. Noventa e cinco anos passariam antes que dois missionários da Argentina chegassem para pregar novamente.

Foi nessa época que o Irmão e a Irma Ricardo Garcia foram os primeiros a serem batizados. Irmão Garcia se lembra muito bem de seu batismo em 1956, “Eu sabia que essa era a Igreja verdadeira – não era somente fé, mas uma convicção… por causa de crenças como a Palavra de Sabedoria e o dizimo, me parecia que seria impossível para a Igreja [Mórmon] ser bem sucedida aqui… agora temos centenas de milhares de pessoas”. Vinte e sete anos depois [1983] do batismo do Irmão Garcia, na dedicação do Templo Mórmon de Santiago no Chile, haviam 140.000 membros da Igreja Mórmon no Chile.
Três anos antes da dedicação, Presidente Spencer W. Kimball, Presidente da Igreja Mórmon, anunciou a construção de um Templo Mórmon em Santiago no Chile. Esse será o primeiro templo Mórmon a ser construído em um pais de língua espanhola e o segundo na América do Sul.

A construção desse maravilhoso edifício levou três anos. E em 1983 o Templo Mórmon de Santiago no Chile foi aberto para a visitação publica. Entre os que visitaram o templo estava o Irmão Garcia. Enquanto o Irmão Garcia andava através do templo, seus olhos se encheram de lagrimas de alegria ao ver a presidência vestida com as vestes brancas do templo. “… Agora temos um templo!” Muitos membros fieis vieram de cidades distantes para participar e se regozijar pela construção e dedicação dessa maravilhosa benção em sua própria casa.

Com o rápido crescimento da Igreja Mórmon no Chile, o templo foi fechado para uma ampla reforma e renovação para ser rededicado em 2006. O presidente Gordon B. Hinckley presidiu a dedicação e ressaltou aqueles membros fieis que serviram fielmente no templo. “… Somos gratos pela fé e lealdade dos Santos… os abençoe… os proteja dos dardos do adversário e os fortifique…” O Templo do Chile atende mais de 535.000 membros Mórmons (2006).

As características únicas desse templo são: lambris esculpidos a mão na área de espera, desenhos da copihe (a flor nacional do Chile), maçanetas e vitrais, piso de mármore chileno e de lapislazuli (pedra nativa) no batistério e na entrada.

Endereço:
Pocuro #1940 Providencia
6641404 Santiago
CHILE
Chile

Endereço para correspondência:
c/o Chile Area Administration Office
POUCH
Chile
Phone: (56) 2-340-5070

O Templo Mórmon de Cochabamba Bolívia

dezembro 10, 2010 by  
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A Bolívia abriu suas portas para a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias em 1963. Menos de quarenta anos depois havia mais de 110.000 membros em todo o pais.

Em 1995 a Igreja Mórmon anunciou que iria construir um templo Mórmon em Cochabamba Bolívia. No ano seguinte o Presidente Hinckley presidiu a abertura de terra. Ele se reuniu com 4.000 Santos durante uma das mais violentas tempestades que esse lugar não via em anos. “Meus amados e molhados irmãos e irmãs,” ele começou. Então ele começou a contar uma historia sobre uma moça, que quando menina ia com o pai todos os sábados visitarem o templo na Cidade da Guatemala, enquanto ele estava sendo construído. Ela compartilhou que foi durante uma dessas visitas que decidiu se casar no templo. Anos depois ela o fez.

Então o profeta disse: “Eu quero desafiar cada um de vocês aqui hoje a obter uma recomendação ao templo agora, ser digno de uma recomendação para o templo. Vocês não poderão frequentar o templo durante dois anos, mas permitam que essa recomendação seja um lembrete daquilo que esta esperando por vocês no templo.”
Durante a oração da cerimonia de abertura da terra Presidente Hinckley disse: “Nós somos gratos por esse belo terreno, onde esse sagrado edifício será erigido para o povo dessa grande terra e onde permanecera como uma lembrança dos testemunhos que nós temos em nossos corações que a vida é eterna e não tem fim”.

É por causa na crença da vida eterna que os templos Mórmons são construídos. Dentro das paredes do templo que ordenanças eternas são recebidas para unir os laços familiares e permitir aos seus membros retornar juntos para viver com Deus.
O Templo de Cochabamba tem 3.000 m² é possui um design moderno clássico refletindo a cultura da Bolívia. O exterior possui um acabamento de granito talhado à mão e gesso.

E uma estatua do anjo Moroni no topo de uma única torre.
Antes de o templo Mórmon ser dedicado, ele foi aberto durante uma semana para permitir que não membros e membros conhecessem o templo. Originalmente a casa aberta teria a duração de duas semanas, mas por causa da agitação civil na cidade de Cochabamba, a primeira semana teve que ser cancelada. Os lideres da Igreja temeram que isso diminuísse drasticamente o numero de visitantes. Eles ficaram satisfeitos quando aproximadamente 65.000 pessoas visitaram o templo, aproximando-se da meta de 75.000. Por causa da casa aberta 2.232 pessoas pediram para serem visitadas pelos missionários Mórmons.
Presidente Gordon B. Hinckley dedicou o Templo de Cochabamba Bolívia em quatro sessões no dia 30 de abril de 2000. Em sua oração dedicatória Presidente Hinckley reconheceu o fundador da Bolívia, Simon Bolívar, que morreu no ano em que a Igreja foi organizada. Por causa das agitações civis na cidade, ele orou, “Que o incomparável principio da democracia seja preservado para sempre nessa república.”

O Presidente Hinckley continuou: “Nós recordamos perante Ti os filhos e filhas do Pai Lei. Que Tu conserves as promessas antigas em seu nome. Retire de seus ombros o fardo da pobreza e faça com que os grilhões das trevas sejam removidos de seus olhos. Que eles possam retornar a gloria do passado. Que eles possam reconhecer ser Redentor e serem santos fiéis e verdadeiros do Altíssimo.”

Endereço:
AV. MELCHOR URQUIDI 1500
CASILLA DE CORREO 1599
ALTO QUERU QUERU, COCHABAMBA
BOLIVIA

Endereço para correspondências:
c/o Bolivia Service Center
POUCH
Bolivia
Phone: (591) 4-429-3161

O Templo Mórmon de Lima Peru

dezembro 10, 2010 by  
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Para os Mórmons, o templo é um edifício dedicado para ser uma Casa ao Senhor. Os templos Mormons diferem de uma capela da igreja, no senso de que a capela é usada para os serviços de adoração semanal, e os templos são usados para formas especiais de adoração. A importância dos templos é enfatizada pela Igreja Mórmon e a Igreja encoraja fortemente que os membros sejam dignos de frequentar frequentemente o templo.

Os membros dignos participam em ordenanças sagradas e fazem convênios com Deus no templo. Essas ordenanças e convênios são necessários para a salvação do homem e somente podem ser realizadas nos templos. O templo é um centro de aprendizado onde aqueles que entram ganham um melhor entendimento do nosso proposito na vida e nosso relacionamento com Deus e Seu Filho, Jesus Cristo.

Somente no templo Mórmon uma família pode ser selada para sempre. O casamento no templo unem homem e mulher como marido e esposa para sempre, se honrarem seus convênios. Quando um homem e uma mulher são casados no templo, seus filhos também se tornam parte de sua família eterna.
Estruturas dedicadas a propósitos religiosos não são novas para os Peruanos. Eles têm, afinal de contas, as famosas ruinas Incas e catedrais impressionantes, particularmente em Lima, onde a influencia do colonialismo espanhol é ainda facilmente visível.

Por causa do tremendo crescimento da Igreja, os lideres Mórmons anunciaram que um templo seria construído na bela cidade de Lima. O Templo Mórmon foi construído em uma área pouco desenvolvida de 5 hectares. O templo tem seis torres que apontam para os céus.

O templo influenciou muitos peruanos desde sua dedicação em 10 de janeiro de 1986. Um membro da presidência do Templo Mórmon de Lima Peru disse que: “construir um templo é como atirar uma pedra em um lago, as ondulações resultantes se irradiam e levanta tudo aquilo que tocam.”

A despeito dos sérios problemas políticos e econômicos do Peru, a frequência ao templo não tem sido afetada. A frequência ao Templo triplicou durante o período de 1988 a 1990. Para alguns membros da Igreja, pode ser bem difícil e custoso frequenta-lo, podendo custar o equivalente a três meses de salario de alguns trabalhadores para transportar suas grandes famílias. Entretanto, sacrificar é algo que os membros da Igreja no Peru estão dispostos a fazer, a fim de participar das bênçãos do templo Mórmon.

Endereço:
AV. JAVIER PRADO ESTE 6420
LA MOLINA
LIMA 12
PERU

Endereço para correspondências:
c/o South America West Administration Office
POUCH
Peru
Phone: (51) 1-612-7200

O Templo Mórmon de Manaus Brasil

dezembro 10, 2010 by  
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O Templo Mórmon de Manaus Brasil, atualmente em construção, esta localizado na Estrada da Ponta Negra, Manaus, Amazonas, Brasil, nas margens do rio Negro. O templo foi anunciado em 23 de maio de 2007, e a abertura de terra aconteceu no dia 20 de junho de 2008.
O Templo Mórmon de Manaus Brasil irá atender os membros Santos dos Últimos Dias do norte do Brasil, e será o sexto templo a ser construído no pais. Quatro templos estão localizados no densamente povoado sul do Brasil, e um esta localizado na costa oeste em Recife. Manaus fica na região noroeste do Brasil na região Amazônica.
Um fato interessante sobre esse templo é que ele terá uma porta de entrada para aqueles que veem ao templo para adorar e realizam a viajem através do rio. O rio Negro encontra o Amazonas a mais ou menos 17 km ao sul de onde o templo está localizado.

Templo Mórmon de Trujillo Peru

dezembro 10, 2010 by  
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No dia 13 de dezembro de 2008 A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Igreja Mórmon) anunciou que iria construir um templo em Trujillo, Peru. O templo seria erigido em Teodoro Valcárcel, Urbanización Primavera, Trujillo, La Libertad, Peru. Esse local já possui uma sede de estaca. Esse será o segundo templo no Peru.

Os membros da área de Trujillo devem viajar de 9-10 horas para frequentar o templo de Lima. Durante alguns dias o Templo de Lima está tão lotado que os membros devem esperar pacientemente varias horas antes de poderem entrar.

O Templo Mórmon de Córdoba Argentina

dezembro 10, 2010 by  
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Em 4 de outubro de 2008 a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Igreja Mórmon) anunciou a construção de um novo templo em Córdoba, Argentina. O novo templo será erigido na Villa Belgrano próximo a casa da Missão da Igreja, e será o segundo templo construído na Argentina. Os membros de Córdoba devem viajar 643 km para participar das ordenanças do templo no Templo de Buenos Aires Argentina, que serve a 60 estacas e trinta distritos por toda a Argentina. O numero de membros na Argentina tem crescido continuamente desde os anos 20. Os primeiros membros eram imigrantes europeus que pediram que missionários fossem enviados. Havia 356.000 mórmons na Argentina em 2006.

Templos Através dos Anos

outubro 11, 2010 by  
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O centro da comunidade na antiga Israel e em outras partes do antigo Oriente Médio era o templo, uma instituição da mais remota antiguidade. Sua construção regularmente representava a coroação do reinado de um rei. Assim, foi o evento central no reinado do rei Salomão, longe de qualquer sombra de suas outras realizações (1 Rs. 6-8), e foi um evento crucial no estabelecimento da monarquia Nefita (2 Né. 5:16 -18). A presença do templo representava a estabilidade e a coesão da comunidade, e os seus ritos e cerimônias eram vistos como essenciais para o bom funcionamento da sociedade. Por outro lado, a destruição de um templo e a cessação de seus ritos prenunciava e simbolizava a dissolução de sua comunidade e à revogação do favor de Deus. A queda de Jerusalém e seu templo (586 aC), juntamente com o furto de seus tesouros sagrados, simbolizou, como nenhum outro acontecimento, a catástrofe que se abateu sobre Judá. Após o retorno dos judeus do exílio na Babilónia (c. 500 aC), os profetas Ageu e Zacarias persistentemente lembraram seu povo que nenhuma outra realização iria compensar sua incapacidade de reconstruir o templo. Os templos eram tão importantes que, quando as distâncias ou outras circunstâncias fizeram a adoração no templo de Jerusalém impraticáveis, outros foram construídos. Assim, os templos israelitas foram construídos em Israel perto de Arad Berseba, em Elefantina e Leontopolis no Egito, e um templo nefita foi erguido na terra de Néfi.

Vários estudos têm demonstrado que certas características ocorrem regularmente nos templos do antigo Oriente Médio. Entre os recursos que foram identificados que distinguem o templo das capelas, estruturas sagradas como as sinagogas ou da igreja são: (1) o templo é construído em separado, sacro, um espaço designado; (2) o templo e seus ritos estão envoltos como sagrados; (3) o templo é orientado para os quatro pontos cardeais; (4) no templo expressa a idéia arquiteturistica de ascensão para o céu, (5) os planos para o templo são revelados por Deus para um rei ou profeta, e (6) o templo é um local de sacrifício (Lundquist, pp 57-59).

Os Santos dos Últimos Dias reconhecem entre essas várias características que são características dos templos israelitas antigos, assim como os seus próprios. Por exemplo, os locais dos templos israelitas antigos e dos modernos templos SUD são vistos como sagrados, com acesso restrito a certos indivíduos que se espera ter “as mãos limpas e coração puro” (Sl 24:3-6; cf. Sl 15;. Isa 33:14-16;. Ver  recomendação do templo). Assim como o tabernáculo e o templo na antigo Israel, muitos templos SUD são orientados direcionalmente, com a entrada cerimonial principal (indicada pela inscrição “SANTIDADE AO SENHOR” nos templos modernos) voltada para o leste. Templos israelitas antigos eram divididos em três seções, cada uma representando um estágio progressivamente maior, chegando do mundo iferior ao céu; simbolismo semelhante pode ser reconhecido nos templos SUD também. Os planos para o templo de Salomão foram revelados ao rei Salomão. Da mesma forma, os planos de muitos templos SUD foram recebidos através de revelação.

O que ocorreu dentro de templos da antiguidade? O templo é um lugar de sacrifício, uma prática que foi bem atestada na antiga Israel. O sacrifício de animais não é encontrado nos templos dos Santos dos Últimos Dias, porque o sacrifício de sangue teve seu cumprimento na morte de Jesus (3 Né. 9:19). Ainda assim, Santos dos Últimos Dias aprendem em seus templos a observar os princípios eternos do sacrifício, de um coração quebrantado e espírito contrito (3 Né. 12:19). Além disso, dentro dos templos da antigo Oriente Médio, reis, sacerdotes do templo e fiéis recebiam uma lavagem e unção e eram vestidos, entronados, e simbolicamente iníciados na presença da divindade e, portanto, na vida eterna. Na antiga Israel, como em outros lugares, esses detalhes são melhores vistos na consagração dos sacerdotes e da coroação dos reis. As ordenanças dos templos SUD são realizadas em um contexto cristão da realeza eterna, e do sacerdócio.

As características da adoração no templo descrito acima também são encontrados entre muitas outras culturas desde a antiguidade até os tempos modernos. Várias explicações disso pode ser oferecido. Segundo o Presidente Joseph F. Smith, algumas dessas semelhanças são melhor compreendidas como tendo se espalhado por difusão a partir de uma fonte comum antiga: Sem dúvida, o conhecimento dessa lei [do sacrifício], e de outros ritos e cerimônias foi levado pela descendência de Adão a todas as terras, e continuou com eles, mais ou menos puro, do dilúvio, e através de Noé, que era um “pregador da justiça”, para aqueles que o sucederam, espalhando-se em todas as nações e países… Se os pagãos tivessem doutrinas e cerimônias parecidas … aquelas … nas Escrituras, que só prova … que estas são as tradições dos pais transmitidas, … e que eles vão abrir caminho para os filhos até a última geração, embora eles possam andar nas trevas e em perversão, mas até uma leve semelhança com a sua origem, o que era divino, pode ser visto [JD 15:325-26].

Quando Jesus expulsou os vendedores do templo, que ele se referia como “casa de meu Pai” (João 2:16), isto reflete sua insistência sobre a santidade do santuários na antiga Israel. Nem Stevão nem as declarações de Paulo que “o Altíssimo não habita em santuários feitos por mãos humanas” (Atos 07:48; 17:24;.. Cf Is 66:1-2) não implica uma rejeição do templo, mas sim um argumento contra a noção de que Deus pode ser confinado a uma estrutura. Salomão, na dedicação do templo em Jerusalém, disse que da mesma forma, “O céu dos céus não te podem conter; Quanto menos esta casa que edifiquei” (1 Rs 8:27;. 2Cr 06:18).. Tão antigo quanto o século IV AC, os cristãos eram capazes de apontar para o local no Monte das Oliveiras “onde eles dizem que o santuário do Senhor, isto é, o Templo, seria construído, e onde ele ficaria para sempre… quando , como dizem, o Senhor vem com a Jerusalém celeste, no fim do mundo “(Nibley, p. 393).

Embora a idéia do templo estivesse um pouco submersa na consciência dos últimos judeus-cristãos, ela nunca foi completamente esquecida. Como Hugh Nibley aponta, a igreja cristã sentiu que não possuía qualquer substituto adequado para o templo. Jerusalém permaneceu no centro dos mapas medievais do mundo, e o local do templo foi algumas vezes indicado nos mapas, também. Quando os cruzados liberaram os lugares santos em Jerusalém, o local do templo foi visitado imediatamente após a do Santo Sepulcro, apesar de nenhum templo ter estado lá por mais de 1.000 anos (Nibley, p. 392, 399-409).

Judeus e cristãos que levam a visão de Ezequiel da reconstrução do templo a sério e literalmente antecipam o lugar no plano de Deus de reconstruir o seu futuro templo, bem como a reconstituição de distintas tribos de Israel (Ricks, p. 279-80 ). Enquanto a vida judaica transcorreu sem o templo após a sua destruição pelos romanos em 70 DC, isso manteve um papel significativo em seu pensamento e estudo. No período moderno, o templo continua a ser importante para alguns judeus, que continuam a estudar seus textos sagrados com ele relacionados.

Significado e Funcionamento dos Templos

outubro 11, 2010 by  
Filed under Historia dos Templos mormons

O templo é o lugar central sagrado dedicado ao culto de Deus e o aperfeiçoamento do seu povo da aliança. No templo, os fiéis podem realizar convênios com o Senhor e invocar o seu santo nome, à maneira que ele ordenou e na forma pura e imaculada restaurada e separada do mundo. O templo foi construído de forma a representar os princípios de organização do universo. É a escola onde os mortais aprendem sobre essas coisas. O templo é um modelo, uma apresentação em termos figurativos, do padrão e da jornada da vida na Terra. É um modelo estável, o que torna a sua comparação com outras formas e tradições, incluindo os mais antigos, válida e instrutiva.

O PLANO CÓSMICO. Desde os primeiros tempos, os templos foram construídos como modelos da escala do universo. A primeira menção conhecida da palavra latina Templum é por Varro (116-27 AC), para quem ele designou um prédio especialmente projetado para interpretar os sinais nos céus, uma espécie de observatório onde se tem uma orientação do comportamento do universo. A raiz de tem- em Grego e em Latim denota “corte” ou o cruzamento de duas linhas perpendiculares e, portanto, o lugar onde as quatro regiões do mundo se reúnem, templos antigos sendo cuidadosamente orientados para “exprimir a idéia de pré-estabelecida harmonia entre uma imagem celestial e uma imagem terrestre”(Jeremias, já em CWHN 4:358). Segundo Varrão, existem três templos: um no céu, um na terra, e um abaixo da terra (De Lingua Latina 7.8). No conceito de templo universal, estes três são idênticos, sendo um deles construído exatamente sobre o outro, com o templo da terra no meio de tudo, representando “o Pólo do céu, em torno do qual giram todos os movimentos celestes, o nó que amarra a Terra e o céu juntos, a sede do domínio universal “(Jeremias, já em CWHN 4:358). Aqui as quatro direções cardeais se encontram, e aqui os três mundos fazem contato. Se no Velho ou Novo Mundo, a idéia dos três níveis verticais e  quatro regiões horizontais dominando toda a economia de tais templos, assim como das sociedades por eles formados e orientados.

Os elementos essenciais do templo de Salomão não eram de origem pagã, mas um ponto de contato com o outro mundo, apresentando “rico simbolismo cósmico que foi em grande parte perdido na posterior tradição israelita e judaica” (Albright, citado em CWHN 4:361). Os doze bois (1 Rs. 7:23-26) representam o círculo do ano, e as três fases do altar-mor representam os três mundos. De acordo com o Talmud, o templo de Jerusalém, como o trono de Deus e da própria lei, já existia antes da fundação do mundo (Pesa?im 54a-b). Suas medidas foram todas sagradas e fixadas, com regras rígidas sobre o templo voltado para o leste.

Sua natureza como um centro cósmico é vivamente recordado em muitas passagens do Velho Testamento e nas representações medievais da cidade de Jerusalém e do Santo Sepulcro. Elas mostram o templo como o centro exato, ou umbigo, da terra. Foi em imitação consciente de ambas as idéias judaicas e cristãs que os muçulmanos conceberam a Kaaba, na Meca como “não apenas o centro da terra, [mas] o centro do universo …. Todo o céu e cada terra tem seu centro marcado por um santuário como o seu umbigo “(von Grunebaum, já em CWHN 4:359). O que é ligado na terra é ligado no céu. A partir do templo de Jerusalém saiu ideias e tradições que são encontrados em todo o mundo judeu, cristão, muçulmano.

O LOCAL DE CONTATO. Como o centro do universo ritual, o templo era antigamente visto como o único ponto na terra em que homens e mulheres poderiam estabelecer contato com esferas superiores. Os primeiros templos não eram, como uma vez se supunha, moradas permanentes da divindade, mas eram locais em que os seres humanos em momentos específicos tentavam fazer contato com os poderes superiores. O templo era um edifício “que os deuses atravessavam para passar de sua morada celestial para a sua residência terrena…

O zigurate é, portanto, nada além de um suporte para o edifício em cima dela, e a escada que leva entre os mundos superiores e inferiores”, que se assemelhava a uma montanha, pois “a montanha em si era originalmente um lugar de contato entre este eo mundo superior” (Parrot, citado em CWHN 4:360).

Uma investigação dos mais antigos templos representados nos selos pré-históricos conclui que estas estruturas foram também “altares gigantescos”, construído tanto para atrair a atenção dos poderes acima (o holocausto sendo uma espécie de sinal de fumaça) e para proporcionar “as escadas que Deus, em resposta às orações, usava para descer à terra … trazendo uma renovação da vida em todas as suas formas “(Amiet, já em CWHN 4:360). Desde o início, ao que parece, as torres e as etapas para altares foram construídos, na esperança de estabelecer contato com o céu (Gn 11:4).

Ao mesmo tempo, o templo é o lugar de encontro com o mundo inferior e o ponto em que uma passagem entre as duas é possível. Nos registros cristãos mais antigos, as portas e as chaves estão intimamente ligadas com o templo. Alguns estudiosos têm notado que as chaves de Pedro (Mt 16:19) só podem ser as chaves do templo, e muitos estudos demonstraram a identidade de tumba, templo, palácio como o lugar onde os poderes do outro mundo são exercidos em benefício eterno da raça humana (cf. CWHN 4:361). As portas do inferno não prevalecerão contra quem detém as chaves, entretanto muito da Igreja na Terra pode sofrer. Invariavelmente ritos do templo são os dos antepassados, e os personagens principais são os primeiros pais da raça (ver, por exemplo, Huth, citado em CWHN 4:361, n. 37).

O DRAMA RITUAL. Os ritos do templo antigo e original são repetições dramáticas dos acontecimentos que marcaram o início do mundo. Este drama da criação não foi um simples drama, porque uma parte indispensável da história é o ritual da morte e ressurreição do Rei, que representa o fundador e primeiro pai da raça, e seu triunfo sobre a morte, como sacerdote e rei, seguido por algum tipo de hieros gamos, ou casamento ritual, com a finalidade de procriação da raça. Este agora familiar “o ano-drama” é amplamente comprovado, na teologia de Mênfis do Egito, em ritos do Ano Novo da Babilônia, na grande festa secular dos romanos, no panagyris e no começo do drama grego, nos textos templo de Ras Shamra, e os ciclos mitológicos Celtas. Estes ritos eram realizados “porque a Divindade, o primeiro pai da Raça fez isso uma vez no início, e mandou-nos fazer o mesmo” (Mowinckel, já em CWHN 4:362).

O drama do templo é essencialmente uma encenação problema, com um combate central, que pode tomar várias formas miméticas de jogos, corridas, lutas, farsa, danças, ou jogos. O herói é temporariamente derrotado pelos poderes das trevas e superado pela morte, mas chamando das profundezas por deus”, ele sobe novamente e mata o falso rei, o falso messias” (Weinsinck, já em CWHN 4:363) . Esta encenação de ressurreição é essencial para estes ritos, cujo objetivo é a vitória definitiva sobre a morte. Esses rituais são repetidos anualmente, pois o problema do mal e da morte persiste para a raça humana.

INICIAÇÃO. Os indivíduos que trabalhavam como peregrinos para chegar as águas da vida que fluiam do templo não eram espectadores passivos. Eles vieram para obter conhecimento e regeneração, a realização pessoal de vida e glória eterna. O indivíduo tentava alcançar este objetivo através da purificação (lavagem), iniciação, e rejuvenescimento, que simbolizam a morte, renascimento e ressurreição.

No templo de Salomão, uma fonte grande de bronze foi usada para lavagem de ritual, e no  Segundo período do Templo,  as pessoas em Jerusalém passavam grande parte de seu tempo em imersões e abluções. O batismo é uma ordenança específica sempre mencionado em conexão com o templo. “Quando alguém é batizado se torna um cristão”, escreveu Cirilo, “exatamente como no Egito, pelo mesmo rito torna-se um Osíris” (Patrologiae Latinae 12:1031), ou seja, através da iniciação rumo à imortalidade. O batismo em questão é uma lavagem ao invés de um batismo, uma vez que não é por imersão. De acordo com Cirilo, isto é seguido por uma unção, fazendo com que todos os candidatos fossem um messias. A unção da testa, rosto, orelhas, nariz, peito, etc, representa “a vestimenta do candidato na panóplia de proteção do Espírito Santo”, que no entanto não impede o iníciante de receber uma roupa real na ocasião ( CWHN 4:364). Além disso, segundo Cirilo, o candidato era lembrado que toda a ordenança era “uma imitação dos sofrimentos de Cristo”, em que “sofremos sem dor por mera imitação sua recebendo os cravos em suas mãos e pés: o antítipo do sofrimento de Cristo “(Patrologiae Graecae 33:1081). Os judeus ensinaram uma vez que Miguel e Gabriel vão levar todos os pecadores para fora do mundo inferior: “eles vão lavá-los e ungi-los, curá-los de suas feridas do inferno, e vesti-los com belas vestes puras e trazê-los à presença de Deus “(R. Akiba, já em CWHN 4:364).

PERDA DAS ORDENANÇAS DO TEMPLO. O entendimento do templo e os seus antigos ritos acabram sendo corrompidos e perderam-se por vários motivos.

Tanto judeus como cristãos sofreram muito nas mãos de seus inimigos por causa do sigilo de seus ritos, que se recusavam discutir ou divulgar por causa da sua santidade. Isso causou mal-entendidos e abriu a porta para a fraude desenfreada: seitas gnósticas alegaram ter os ritos e ordenanças perdidas dos apóstolos e patriarcas do passado. Grupos fragmentados e facções surgiram. Uma causa comum de cisma, entre judeus e cristãos, era a reivindicação de um grupo especial que só ele ainda possuía os mistérios de Deus.

Os ritos se tornaram objeto de várias escolas de interpretação. De fato, a mitologia é, principalmente, uma tentativa de explicar a origem eo significado dos rituais que as pessoas não entendem. Por exemplo, o Talmud fala de um judeu piedoso que deixou Jerusalém em desgosto perguntando: “Que resposta irão dar os israelitas para Elias quando ele vier?” uma vez que os estudiosos não concordam com os ritos do templo (Pesa?im 70b; sobre o papel de Elias, ver A. Wiener, o profeta Elias no desenvolvimento do judaísmo [Londres, 1978], pp 68-69).

Elementos rituais foram amplamente copiados e usurpados. Os antigos pais cristãos afirmaram que as contrapartidas pagãs tinham sido roubadas de velhas fontes legítimas, e praticamente todas as principais mitologias falam de um grande usurpador que governa o mundo.

Estudos comparativos descobriram um padrão comum em todas as religiões antigas e já traçaram processos de difusão de idéias que se espalharam pelo mundo. A tarefa de reconstruir o protótipo original de fragmentos tem sido longa e trabalhosa, e está longe de ser completa, mas um padrão inconfundível emerge (CWHN 4:367).

Reconstruções de grandes reuniões de pessoas em complexos cerimoniais de ritos impostos dedicados à renovação da vida na Terra são surpreendentemente uniforme. Primeiro, não há provas concretas do cenário e as propriedades do drama: megálitos, montes artificiais ou pirâmides gigantescas no valor de montanhas artificiais; pedra e vala alinhamentos de sofisticação matemática relacionando tempo e espaço; passagem de sepulturas e grandes tholoi, ou túmulos abobadado; estradas sagradas, restos de estandes, arquibancadas, formas processionais, e portões, estes ainda sobrevivem em combinação incrível, com todos os seus simbolismos cósmicos.

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O segundo é de uma evidência menos tangível de costumes, lendas, festas populares e escritos antigos, que, juntos, evocam memórias de comemorações dramáticas e coral da de celebração da Criação, culminando no grande Hino da Criação; concursos rituais entre a vida e a morte, o bem e o mal, e luz e as trevas, seguida pela coroação triunfal do rei para reinar a nova era, o progenitor da raça por um casamento sagrado, convênios; iniciações (incluindo lavagem e vestimenta); sacrifícios e bodes expiatórios para livrar o povo de um ano de culpa e da poluição, e vários tipos de adivinhações e de consultas oraculares para o novo ciclo de vida.

OUTRAS FUNÇÕES DO TEMPLO. Muitas coisas em torno do templo não foram essenciais para a sua forma e função, mas foram os produtos inevitáveis de sua existência. As palavras “hotel”, “hospital” e “Templários” voltam-se às organizações de caridade que cuidavam dos peregrinos doentes e cansados viajando para os lugares santos. Funções Bancárias surgiram no templo, já que os peregrinos traziam ofertas e precisavam trocar seu dinheiro por animais para serem sacrificados, e, portanto, a palavra “dinheiro” vem do templo de Juno Moneta, o centro sagrado do mundo romano. Junto com isso, uma permuta viva e troca de mercadorias no grande ano de rituais levou à feira anual, quando todos os contratos tiveram que ser renovados e onde os comerciantes, artesãos, músicos, saltimbancos exibiam os seus produtos.

Os atores, poetas, cantores, dançarinos e atletas também faziam parte da vida no templo, o elemento competitivo (a agonia), sendo essencial para a luta com o mal e fornecendo os aspectos mais populares e animados da festa. O drama principal do templo, o actio, era desempenhado pelos atores sacerdotais do templo e pela realeza. A criação era comemorada com um hino da criação, ou poema, a palavra “poema” que significa “criação”, cantada por um coro que, como mostra a palavra grega, formavam um círculo e dançavam enquanto cantavam (CWHN 4:380).

O templo foi também o centro da aprendizagem, começando com as instruções do Céu recebidas lá. Foi o Museon, ou casa das musas, representando todos os ramos de estudo: astronomia, matemática, arquitetura e artes plásticas. As pessoas viajam de santuário para o santuário intercambiando sabedoria com os sábios, como Abraão fez no Egito. Desde o Jardim do Éden, ou tema “idade de ouro”, foi essencial para este paraíso ritual, o terreno do templo continha árvores e animais, muitas vezes coletados a partir de lugares distantes. Central para a escola do templo era a biblioteca, que continha registros sagrados, incluindo os “Livros da Vida”, que continha os nomes de todos os vivos e mortos, bem como obras litúrgicas e científicas.

Os ritos do templo reconhecem o governo de Deus na terra através de seu agente e filho, o rei, que representava tanto o primeiro homem e todo homem quando ele se sentar em julgamento, tornando o templo sede definitiva e sanção da lei e do governo. As pessoas se reuniram no lugar santo para resolver disputas dos contratos e convênios.

O TEMPLO E A  CIVILIZAÇÃO. Tudo isso indica que o templo é a fonte, e não um derivado do processo civilizatório. Se não houver nenhum templo, não há uma verdadeira Israel, e onde não há verdadeiro templo, a civilização em si é apenas uma casca vazia, uma estrutura de material de expediente e tradição por si só, despojado do organismo vivo em seu centro, uma vez que lhe deu vida e fez florescer.

Muitas instituições seculares ocupam hoje as estruturas fielmente copiadas de templos antigos. A economia do templo foi pervertida, juntamente com o resto: as festas de alegria e abundância tornaram-se orgias; ritos sagrados do casamento foram pervertidos, professores de sabedoria tornaram-se arrogante e presunçosos, demonstrando que nada podia ser corrompido neste mundo, e como observa Aristóteles, melhor é o original, o mais vicioso se torna  a versão corrompida.

A RESTAURAÇÃO E O TEMPLO. Os templos dos Santos dos Últimos Dias  incorporaram completamente as funções incorrupta e os significados do templo. O Profeta Joseph Smith reinventou tudo isso pela remontagem de fragmentos, judeus, ortodoxos, maçônico, gnósticos, hindus, egípcios, e assim por diante? Na verdade, alguns dos fragmentos estavam disponíveis na época, e esses fragmentos pobres não vinham juntos por si só para fazer um todo. Os Santos dos Últimos Dias vêem na plenitude e perfeição dos ensinamentos de Joseph Smith sobre o templo uma indicação segura de revelação divina. Isso também é visto no desenho do Templo de Salt Lake. Pode-se notar os seus três níveis, a leste orientação; centro localização em Sião; mar de bronze nas costas de doze bois segurando as  águas através da qual os mortos, por procuração, passam para a vida eterna; quartos designados para cerimônias ensaiando a criação do mundo; e muitas outras características simbólicas.

O verdadeiro trabalho feito dentro do templo, exemplifica a idéia de templo, com milhares de homens e mulheres que servem, sem segundas intenções. Aqui o tempo e o espaço se juntam, as barreiras desaparecem entre este mundo e o próximo, entre passado presente e futuro. Orações solenes são oferecidas em nome de Jesus Cristo para o Todo-Poderoso. O que é selado aqui é selado além, e só aqui podem ser abertas as portas para liberar os mortos que estão aguardando as ordenanças de salvação. Aqui toda a família humana se encontra em um empreendimento comum, os registros da raça são montados o mais longe no tempo o quanto a pesquisa pode levá-los, por um trabalho realizado pela atual geração para assegurar que eles e seus parentes falecidos devam passar a eternidade juntos no futuro. Aqui, pela primeira vez em muitos séculos, pode-se contemplar um verdadeiro templo, funcionando como um templo no sentido mais pleno e mais puro da palavra.

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